Quantos de nós não somos resistentes a mudanças? Mudar dá trabalho, cansa, tira o sossego e assusta,as vezes nos deparamos com uma realidade não esperada,Quantos de nós não nos acomodamos a determinadas situações e condições pelo simples medo do desconhecido? Mudar de casa, de trabalho, de parceiro , de vida, de estilo, de visual... Na maioria das vezes as pessoas não mudam por causa dos outros , o que será que as pessoas irão pensar ? “Essa pergunta é clássica!!!”
E aí o que você vai fazer diante de eventuais mudanças que podem surgir ao longo de sua vida? Pense!!!!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
A ótica da vida...
A vida nos imputa vários momentos,estamos sujeitos a todas as situações ao longo de nossa trajetória,por isso é importante tentar se adequar a todos os momentos no decorrer do nosso dia dia,viver cada momento e sempre procurar se sobressair,o importante é acreditar,não desistir nunca e lutar como no fronte de uma guerra,sobreviver é muito importante,ganhar a guerra é muito melhor,assim é a vida,dependendo da situação,o importante é vencer,desde que seja de forma lícita e não pise em ninguem,não sei o que cada pessoa passa em suas vidas,talvez em algum momento precisamos ouvir um não e um não pode significar algo positivo ou não,depende de cada um e qual é a sua ótica...
Carlos Moreno
Carlos Moreno
domingo, 12 de dezembro de 2010
O vendedor Caipira
Um homem inteligente, vindo do interior, não conseguia encontrar emprego na capital.
Candidatou-se então a uma vaga numa grande loja de departamentos da cidade. Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo; tudo podia ser comprado ali.
O gerente perguntou ao candidato:
- Você já trabalhou alguma vez?
- Sim, eu fazia negócios na roça.
O gerente gostou do jeitão simples daquele homem e disse:
- Pode começar amanhã, no fim da tarde virei ver como se saiu.
Às 17 horas e 30 minutos o gerente se aproximou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou:
- Quantas vendas você fez hoje?
- Uma.
- Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia…
- De quanto foi a sua venda?
- Dois milhões de reais.
- Como conseguiu isso?
- Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande. Depois vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa. Para pescaria pesada, sabe. Perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco; então o acompanhei até a seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha. Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha e o levei à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas.
Perplexo, o gerente perguntou:
-Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol?
-Não senhor. Ele entrou aqui para comprar um pacote de absorventes para a mulher e eu disse:
- Já que o seu fim de semana está perdido, por que o senhor não vai pescar...
Um bom vendedor,é assim,não se satisfaz com as limitações que lhe possam parecer,atitude e acima de tudo criatividade,muita criatividade,isso completa um bom profissional de vendas...
Candidatou-se então a uma vaga numa grande loja de departamentos da cidade. Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo; tudo podia ser comprado ali.
O gerente perguntou ao candidato:
- Você já trabalhou alguma vez?
- Sim, eu fazia negócios na roça.
O gerente gostou do jeitão simples daquele homem e disse:
- Pode começar amanhã, no fim da tarde virei ver como se saiu.
Às 17 horas e 30 minutos o gerente se aproximou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou:
- Quantas vendas você fez hoje?
- Uma.
- Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia…
- De quanto foi a sua venda?
- Dois milhões de reais.
- Como conseguiu isso?
- Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande. Depois vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa. Para pescaria pesada, sabe. Perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco; então o acompanhei até a seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha. Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha e o levei à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas.
Perplexo, o gerente perguntou:
-Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol?
-Não senhor. Ele entrou aqui para comprar um pacote de absorventes para a mulher e eu disse:
- Já que o seu fim de semana está perdido, por que o senhor não vai pescar...
Um bom vendedor,é assim,não se satisfaz com as limitações que lhe possam parecer,atitude e acima de tudo criatividade,muita criatividade,isso completa um bom profissional de vendas...
quinta-feira, 17 de junho de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Gestão por competencia
Os modelos tradicionais de gestão de pessoas não conseguem responder adequadamente aos desafios atuais exigindo um novo conjunto de conceitos e instrumentos. O desconforto com as formas tradicionais de gestão ocorre desde o início dos anos 80 e foram muitas tentativas de encontrar uma alternativa. O modelo de gestão com base em competências parece apresentar as respostas necessárias, oferecendo um conjunto de conceitos e instrumentos mais alinhados com a modernidade. É um modelo que permite uma gestão simples, transparente e flexível obtendo-se dessa forma as seguintes vantagens:
• Sua capacidade de conceitos e operação permitem que seja facilmente absorvido pelos gestores e pelas pessoas ligadas à organização, independente de seu vínculo de trabalho/emprego;
• A transparência é obtida porque o modelo é coerente com a realidade organizacional e permite que gestores e pessoas possam a todo momento revisitar os critérios estabelecidos para a gestão adaptando-os às contingências;
• A flexibilidade do modelo permite seu uso pela empresa em diferentes situações e permite às pessoas se apropriarem do mesmo em função de suas características individuais ou de seu momento de vida. Desse modo, o modelo não coloca camisas de força na empresa nem nas pessoas.
Essas características permitem a construção de práticas e políticas de gestão de pessoas integradas entre si e com as estratégias da organização/negócio.
Os modelos tradicionais de gestão de pessoas não conseguem responder adequadamente aos desafios atuais exigindo um novo conjunto de conceitos e instrumentos. O desconforto com as formas tradicionais de gestão ocorre desde o início dos anos 80 e foram muitas tentativas de encontrar uma alternativa. O modelo de gestão com base em competências parece apresentar as respostas necessárias, oferecendo um conjunto de conceitos e instrumentos mais alinhados com a modernidade. É um modelo que permite uma gestão simples, transparente e flexível obtendo-se dessa forma as seguintes vantagens:
• Sua capacidade de conceitos e operação permitem que seja facilmente absorvido pelos gestores e pelas pessoas ligadas à organização, independente de seu vínculo de trabalho/emprego;
• A transparência é obtida porque o modelo é coerente com a realidade organizacional e permite que gestores e pessoas possam a todo momento revisitar os critérios estabelecidos para a gestão adaptando-os às contingências;
• A flexibilidade do modelo permite seu uso pela empresa em diferentes situações e permite às pessoas se apropriarem do mesmo em função de suas características individuais ou de seu momento de vida. Desse modo, o modelo não coloca camisas de força na empresa nem nas pessoas.
Essas características permitem a construção de práticas e políticas de gestão de pessoas integradas entre si e com as estratégias da organização/negócio.
terça-feira, 11 de maio de 2010
A inveja nas organizações
“O brilhante escritor norte-americano Gore Vidal dizia que, quando um dos seus amigos tinha sucesso, alguma coisa nele se apagava. A declaração revela que a inveja não é um privilégio dos medíocres ou dos pobres de espírito. Ela é ampla,atual e está presente em todos as classes sociais. Está incluída nos 10 Mandamentos, na lista dos sete pecados capitais, em muitas das histórias bíblicas e em grandes clássicos de Shakespeare. Ela faz parte do cotidiano social e com certeza faz parte do dia-a-dia das empresas”,explica Patricia Amelia Tomei, professora associada do Instituto de Administração e Gerência da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).
Autora do livro Inveja nas Organizações, Patrícia conta que sentir inveja dos colegas – e ser invejado por eles – é muito mais comum do que se imagina,e garante: nem sempre isso é ruim. “Dificilmente controlamos nossos sentimentos. É comum sentir inveja porque uma colega ganha mais, ocupa um cargo que você gostaria de ocupar ou até porque é mais popular que você e até porque desenvolve algumas habilidades a mais. A inveja não é racional. Mas a sua reação ao senti-la pode ser. É você quem decide como vai usar essa inveja e pode decidir usá-la a seu favor, como uma mola propulsora para que amplifique seus potenciais, busque aprimoramento de seus talentos e se dedique mais para atingir os objetivos que deseja”, afirma.
O fato é que a inveja revela ser um dos sentimentos que pode colocar em xeque toda uma estrutura,sendo no lado pessoal como no profissional.Isso pode comprometer o potencial e a operação das grandes organizações.
“O brilhante escritor norte-americano Gore Vidal dizia que, quando um dos seus amigos tinha sucesso, alguma coisa nele se apagava. A declaração revela que a inveja não é um privilégio dos medíocres ou dos pobres de espírito. Ela é ampla,atual e está presente em todos as classes sociais. Está incluída nos 10 Mandamentos, na lista dos sete pecados capitais, em muitas das histórias bíblicas e em grandes clássicos de Shakespeare. Ela faz parte do cotidiano social e com certeza faz parte do dia-a-dia das empresas”,explica Patricia Amelia Tomei, professora associada do Instituto de Administração e Gerência da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).
Autora do livro Inveja nas Organizações, Patrícia conta que sentir inveja dos colegas – e ser invejado por eles – é muito mais comum do que se imagina,e garante: nem sempre isso é ruim. “Dificilmente controlamos nossos sentimentos. É comum sentir inveja porque uma colega ganha mais, ocupa um cargo que você gostaria de ocupar ou até porque é mais popular que você e até porque desenvolve algumas habilidades a mais. A inveja não é racional. Mas a sua reação ao senti-la pode ser. É você quem decide como vai usar essa inveja e pode decidir usá-la a seu favor, como uma mola propulsora para que amplifique seus potenciais, busque aprimoramento de seus talentos e se dedique mais para atingir os objetivos que deseja”, afirma.
O fato é que a inveja revela ser um dos sentimentos que pode colocar em xeque toda uma estrutura,sendo no lado pessoal como no profissional.Isso pode comprometer o potencial e a operação das grandes organizações.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
TURNOVER!!!!!!
A rotatividade de pessoal, também conhecida por turnover, está relacionada com a saída de funcionários de uma organização. As razões para o desligamento podem ser diversas; os indivíduos podem solicitar a sua demissão por descontentamento com alguma política da empresa, falta de motivação, ou busca de uma melhor colocação profissional. Assim como, a empresa também se coloca neste direito e busca por profissionais mais capacitados para integrar o seu quadro funcional ou ainda procura pela inovação em seus sistemas. Atualmente com o maior investimento das organizações em áreas de recursos humanos e gestão de pessoas, têm sido freqüente a avaliação das principais causas que levam os funcionários a saírem de uma empresa e também quais os fatores que levam a instituição a demiti-lo. Além de ser oneroso para a instituição empresarial, o elevado índice de turnover, aponta que algo não está indo bem e precisa ser melhorado. Fora o gasto com admissões e demissões, há todo um transtorno gerado na empresa por falta de mão-de-obra, o que pode abalar mais futuramente a sua produtividade.
As vezes parece ser a alternativa mais rápidas para algumas organizações efetivar o desligamento do funcionário e contratar outro,geralmente não é a melhor opção.Investir em treinamento é um dos fatores que podem diminuir as altas taxas de turnover.
A rotatividade de pessoal, também conhecida por turnover, está relacionada com a saída de funcionários de uma organização. As razões para o desligamento podem ser diversas; os indivíduos podem solicitar a sua demissão por descontentamento com alguma política da empresa, falta de motivação, ou busca de uma melhor colocação profissional. Assim como, a empresa também se coloca neste direito e busca por profissionais mais capacitados para integrar o seu quadro funcional ou ainda procura pela inovação em seus sistemas. Atualmente com o maior investimento das organizações em áreas de recursos humanos e gestão de pessoas, têm sido freqüente a avaliação das principais causas que levam os funcionários a saírem de uma empresa e também quais os fatores que levam a instituição a demiti-lo. Além de ser oneroso para a instituição empresarial, o elevado índice de turnover, aponta que algo não está indo bem e precisa ser melhorado. Fora o gasto com admissões e demissões, há todo um transtorno gerado na empresa por falta de mão-de-obra, o que pode abalar mais futuramente a sua produtividade.
As vezes parece ser a alternativa mais rápidas para algumas organizações efetivar o desligamento do funcionário e contratar outro,geralmente não é a melhor opção.Investir em treinamento é um dos fatores que podem diminuir as altas taxas de turnover.
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